Um estudo realizado nos Estados Unidos (EUA) trouxe uma nova perspectiva sobre o envelhecimento humano: morar em andares mais altos pode acelerar o processo e deixá-lo mais velho.
A pesquisa baseou-se na Teoria da Relatividade de Albert Einstein, comprovada no Brasil durante a observação de um eclipse solar no Ceará. Segundo a teoria, a gravidade influencia a passagem do tempo.
Em locais onde o campo gravitacional é mais intenso, o tempo passa mais devagar, o que impacta a percepção do envelhecimento.
No entanto, em altitudes maiores, como nos andares superiores de um edifício, a gravidade é menor, resultando em uma aceleração minúscula do envelhecimento.
Por que a altitude deixa mais velho?
O fenômeno conhecido como dilatação gravitacional do tempo sugere que, quanto maior a força gravitacional, mais lentamente o tempo transcorre. Assim, em regiões de maior altitude, o efeito é inverso, e o tempo passa ligeiramente mais rápido.
A pesquisa americana revelou números que, em teoria, tornam-se insignificantes no cotidiano. Um exemplo claro é que a diferença de envelhecimento entre alguém que mora no térreo e outro no último andar de um prédio alto pode ser de apenas 0,91 milissegundos.
Morar em prédios mais altos significa viver em uma gravidade maior em relação aos andares próximos ao térreo (Foto: iStock)
Impacto insignificante na vida diária
Apesar de o estudo indicar uma diferença perceptível na passagem do tempo em altitudes variadas, o impacto no dia a dia é desprezível.
Para perceber uma mudança mais significativa, seria necessária uma variação extrema de altitude, como a encontrada no Monte Everest ou nas profundezas do oceano.
Portanto, a pesquisa não deve preocupar aqueles que sonham com uma cobertura nas alturas. A diferença no envelhecimento não é suficientemente relevante para alterar decisões de moradia.
A escolha de um lar, afinal, deve considerar outros fatores além do minúsculo impacto sobre o tempo de vida.
