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Fies oferecerá 250 mil novos contratos para financiamento no 1º semestre de 2016

As universidades privadas da região Sudeste ficarão com 41% das vagas. Áreas consideradas como prioritárias receberão 63% dos novos contratos.

O Ministério da Educação (MEC) através do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) oferecerá 250.279 novos contratos para financiamento nos primeiros seis meses de 2016. As universidades privadas da região Sudeste ficarão com 41% das vagas. Áreas consideradas como prioritárias receberão 63% dos novos contratos.

As inscrições começaram na Terça às 17h do dia 26 de Janeiro. Os interessados em participar do processo seletivo devem inscrever até as 23h59 de sexta-feira dia 29 de Janeiro. As inscrições serão feitas através do site: http://fiesselecao.mec.gov.br. Previsão para divulgação do resultado da pré-seleção na chamada única e a lista de espera serão divulgados no dia 1º de fevereiro.

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O Fies é um dos três principais programas do governo Federal na gestão do ensino superior. O Sisu (Sistema de Seleção Unificada) seleciona estudantes para ocuparem vagas em universidades públicas. Já o Prouni (Programa Universidade para Todos) concede bolsas de estudo em instituições particulares. O Fies tem como foco oferecer contratos de financiamento com juros acessíveis para alunos de baixa renda.


O ministro da educação Aloizio Mercadante diz que, na edição atual, 65,4% das vagas serão destinadas como contrato para alunos de cursos com conceitos quatro e cinco nas avaliações feitas pelo MEC. Apontou ainda que as áreas apontadas pelo MEC como prioritária ficará com uma fatia de 63% dos contratos. Dentro desta divisão estão os cursos de engenharia que responderão por 34.557 vagas. Na formação de professores terão 47.115 novos contratos. A área da saúde terá 76.092 vagas distribuídas em vários cursos da área.

O MEC evidenciou ainda que a região Norte, Nordeste, e Centro Oeste do país responderão por 47% das vagas. A região sudeste ficará com 41% dos novos contratos. Segundo o ministro Mercadante existe uma dificuldade, quando se trata de ampliação de vagas nas regiões com mais carência do país. Por não haver instituições particulares de ensino suficiente para atender a ampliação de vagas pelo MEC.


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