Auxílio emergencial pode ser prorrogado até 2021? Confira o que diz Paulo Guedes

Após a mídia veicular que o governo estudava a possibilidade de estender o benefício até o ano que vem, o ministro da Economia negou uma nova prorrogação.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o auxílio emergencial não será prorrogado até 2021. A declaração foi feita após a revista Veja veicular que o benefício seria estendido até junho do ano que vem, já que não haveria tempo de votar um novo programa social para contemplar os brasileiros desassistidos.

Contudo, o ministro disse que o auxílio emergencial e o estado de calamidade pública se encerram em dezembro de 2020. “Essa articulação pela prorrogação do auxílio não existe”, afirmou Guedes. Sendo assim, o benefício, que teve o valor reduzido de R$ 600 para R$ 300, será concedido apenas até o final deste ano.

Auxílio emergencial até 2021

A revista Veja publicou, no dia 7 de outubro, que Paulo Guedes tinha adotado o lema “dinheiro na veia”, em vez de seguir na defesa irrestrita das reformas. De acordo com a reportagem, “essa é a forma de o ministro falar para parlamentares e outros ministros que o que importa agora é manter a renda da população por meio de programas assistenciais, como o auxílio emergencial e o Renda Cidadã — o substituto do Bolsa Família”, consta no texto.

No entanto, ainda segundo a publicação, o presidente queria uma solução imediata para manter a renda da população, já que não haveria tempo para votar qualquer reforma este ano. Por isso teria surgido ideias como a utilização de precatórios, cortar abono salarial, entre outras.

“Agora, sem alternativas, o governo vai tentar estender o auxílio emergencial até março de 2021 — inicialmente. Caso o país não tenha se recolocado nos trilhos do crescimento, pode ir até junho do próximo ano. Bolsonaro deixou extremamente claro para a equipe econômica este ponto: se a renda cair abruptamente, governo continuará amparando o grupo de pessoas que responde pela maior parte de sua popularidade”, diz a revista.

Contudo, no mesmo dia em que a Veja publicou a reportagem acima mencionada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que nem o auxílio emergencial nem o estado de calamidade serão estendidos. Ou seja, ambos se encerram no fim deste ano.

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