Você no Azul: Caixa oferece desconto de até 90% em renegociação de dívidas

Cerca da metade dos clientes possuem dívidas de até R$ 3 mil, a previsão é que a campanha atinja 3 milhões de pessoas até dezembro.

Caixa Econômica Federal segue com campanha aberta para renegociação de dívidas, é a “Você no Azul” que oferece descontos de até 90% em contratos com pagamento atrasado. A campanha segue até 31 de dezembro e os maiores descontos valem para pagamentos à vista.

As condições de desconto variam conforme a modalidade de crédito contratada e o período de atraso da dívida. Os clientes que renegociarem os contratos terão a remoção do seu CPF das listas de inadimplentes do SPC, Serasa e de demais serviços de proteção ao crédito.

De acordo com o banco estatal, cerca da metade dos clientes possuem dívidas de até R$ 3 mil, a previsão é que a campanha atinja 3 milhões de pessoas físicas e 350 mil empresas.

Contatos para renegociar

Não é necessário sair de casa para participar da campanha da Caixa, há canais de atendimento online e por telefone. Confira como entrar em contato com o banco:

Toda a rede de agências do banco também está aberta para renegociações presenciais. Os clientes ainda podem ir até as lotéricas com documento de identificação e CPF em mãos, no caso de dívidas de até R$ 2 mil.

Atendimento presencial

A Caixa também disponibilizou cinco unidades móveis que percorrem o país até esta sexta-feira,16, para facilitar ainda mais o atendimento e oferecer praticidade para seu público diverso de clientes.

O “Caminhão da Adimplência” que visitou todas as regiões no período de setembro a outubro nas seguintes datas:

  • 13 a 16/10: São José do Rio Preto (SP), Porto Alegre (RS),, Brasília (DF), Campos dos Goytacazes (RJ) e Natal (RN) ATÉ HOJE
  • 15 a 18/09: São Luís (MA), Governador Valadares (MG)
  • 21 a 25/09: Belém (PA), Montes Claros (MG)
  • 5 a 9/10: Vitória (ES), Pelotas (RS), Araçatuba (SP),
    Teresina (PI) e Palmas (TO)

Veja também: Cartão Caixa 2020: Disponível para negativados e saque de até 95% do limite em dinheiro

Veja mais sobre

Voltar ao topo

Deixe um comentário