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Urgente: Bolsonaro pode adotar novas medidas para frear o preço dos combustíveis

Como forma de conter os aumentos, governo quer mudar frete e aumentar o período entre os reajustes feitos pela Petrobras.



Na tentativa de reduzir o preço dos combustíveis, o governo Bolsonaro, após tentar resolver essa situação com duas investigações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), pode optar por alterar o sistema de fretes da Petrobras. Com isso, a previsão é de reduzir de 10% a 15% a cotação do petróleo.

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Ao que tudo indica, conforme interlocutores do Executivo, essa parece ser a medida de mais fácil aplicação, principalmente em comparação ao questionamento da política de preços da estatal por meio do Cade – para especialistas, esse processo pode levar anos.



E não é o que se espera quando o assunto são combustíveis caros. Atualmente, o objetivo do governo é diminuir o valor dos produtos (gasolina e diesel) nas bombas antes do período das eleições. A pressão popular pode acabar demonstrando sua insatisfação nas urnas.

Medidas para reduzir o preço dos combustíveis

O novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, já começou a analisar a política de preços dos combustíveis. O chefe da pasta planeja mudanças na fórmula do cálculo, para que assim os produtos fiquem mais baratos aos postos de revenda.

Sachsida deve começar pela forma como a Petrobras calcula o preço do petróleo enviado às refinaria, que influencia no valor de distribuição e da fonte. Atualmente, a empresa utiliza o preço conhecido com CIF. Nele estão incluídos todos os custos envolvidos na importação do petróleo, bem como o seguro e frete.



O intuito é que a Petrobras comece a utilizar o preço FOB (free on board, do inglês), que equivale ao valor puro da mercadoria, sem considerar os custos envolvidos na importação. Tal medida, por outro lado, pode representar dificuldades ao mercado importador.

Já em relação à paridade de preços dos combustíveis adotada pela Petrobras, o novo ministro não deve propor mudanças, mas sim um intervalo maior entre os reajustes feitos pela estatal. Hoje em dia, não existe uma periodicidade definida quanto o assunto é aumento no valor da gasolina, diesel e gás de cozinha.




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