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Comece o dia bem informado: Modelo de privatização da Petrobras; Preço da gasolina dispara; Nova rodada do Auxílio Brasil; Recessão dos EUA e mais

Preços dos alimentos no Brasil subiram e a inflação já consome boa parte dos rendimentos mensais. Cesta básica hoje pode chegar a R$ 663,29.



Os brasileiros estão enfrentando cada vez mais dificuldade em tirar o veículo da garagem após as novas altas dos combustíveis. Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apresentados nesta terça-feira, 21, mostram que o preço da gasolina nos postos chegou a R$ 8,990 na semana passada.

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Além da crise nos combustíveis, a população do país também enfrenta outro problema: a subida do preço médio da cesta básica, o equivalente hoje a R$ 663,29. O número representa atualmente 55% do salário de R$ 1.212.

Para ficar por dentro destes e outros assuntos, confira a seguir os destaques do dia e se mantenha sempre bem informado!



Governo quer adotar modelo de privatização da Eletrobras na Petrobras

Após conseguir apoio do centrão, o governo federal quer apresentar um projeto de lei em breve que propõe elevar o número de ações ordinárias da Petrobras. O objetivo é transformar as ações preferenciais em ordinárias, que são aquelas que dão direito ao voto.

Considerando que mais ações ordinárias seriam disponibilizadas no mercado, o controle da União sobre a estatal acabaria sendo reduzido. Para especialistas e integrantes do mercado, trata-se de uma privatização “disfarçada”. A ideia é que o processo de privatização seja parecido com o que aconteceu com a Eletrobras.

Preço da gasolina dispara nos postos e chega a R$ 8,99

Os mais recentes dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21, mostram que o preço do litro da gasolina nos postos atingiu valores nada satisfatórios para o motorista. A gasolina chegou a custar R$ 8,990 nos postos na semana passada, enquanto o diesel subiu para R$ 8,630 no mesmo período.



Os dados coletados pela ANP abrangem a semana dos dias 12 e 18 de junho. Vale destacar que os valores trazidos pela pesquisa ainda não refletem o novo reajuste dos combustíveis anunciado pelo Petrobras para suas refinarias na última sexta-feira, 17 de junho. Na ocasião, a alta anunciada foi de 5,18% para a gasolina e 14,26% para o diesel.

Nova parcela do Auxílio Brasil de junho é liberada para novo grupo

Uma nova rodada do Auxílio Brasil foi liberada nesta terça-feira, 21. Agora, beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) com final 3 já podem movimentar o valor mínimo oferecido pelo programa, que é de R$ 400. Junto com o benefício, o governo também repassa quantias referente ao vale-gás, neste mês com valor de R$ 53.

Para consultar datas de pagamento, valor do benefício, composição das parcelas e outras informações, basta o cidadão acessar o aplicativo do Auxílio Brasil ou Caixa Tem, usado para o acompanhamento das contas poupanças sociais digitais do banco.

Estados Unidos podem enfrentar nova recessão

Para combater a inflação que assola os Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) tem aumentado as taxas de juros do país, feito que pode levar os EUA a uma leve recessão a partir do quarto trimestre.



De acordo com Vincent Reinhart, economista-chefe da Dreyfus and Mellon, se isso de fato acontecer, a previsão é que esse período se estenda até 2023. Reinhart atuou durante 24 anos no Fed, chegando a ser diretor do órgão. Recentemente, ele fez duras críticas ao BC dos EUA após a subida em 0,75 ponto percentual da taxa de juros básica, ocorrida na semana passada.

Cesta básica consome 55% do salário mínimo

Não fosse o bastante enfrentar a alta nos combustíveis, os brasileiros também travam uma árdua batalha para conseguir se alimentar bem. Isso porque um levantamento feito pela CNN com base em dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que o preço médio da cesta básica no Brasil hoje gira em torno de R$ 663,29, o equivalente a 55% do salário mínimo de R$ 1.212.

De acordo com a pesquisa, o ano de 2022 acumula o maior percentual nesse quesito desde 2004, quando a cesta básica chegava a consumir cerca de 58% do salário mínimo dos brasileiros.




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