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Conheça o movimento antitrabalho que tem ganhado força no mundo

Já ouviu falar em um movimento que prega a demissão em massa? Na verdade, não é bem isso o que acontece, mas vale a pena entender o que é o famoso movimento antitrabalho.



Você já ouviu falar no movimento “antitrabalho”? O grupo tem ganhado cada dia mais força e muitos novos adeptos. No geral, são pessoas que estão insatisfeitas com o sistema de trabalho atual, seja pelas condições físicas, salários ou por limitações da vida que são necessárias para as atividades profissionais. Entenda melhor o assunto a partir de agora.

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Insatisfação cresce e movimento antitrabalho vem ganhando força

De acordo com informações do Bureau of Labor Statistics, em 2021, 4,3 milhões de norte-americanos pediram demissão sem terem outro emprego garantido. O mais assustador é que esse número foi contabilizado apenas levando em consideração o mês de agosto. Durante o ano inteiro, mais pessoas estão simplesmente abandonando seus trabalhos por insatisfação e outros motivos pessoais.



O mesmo instituto afirmou que boa parte dos trabalhadores que pediram demissão estava profundamente desiludida com o trabalho. Sobrecarga de horas ativas e salários baixos também se mostraram fatores fundamentais para a tomada de decisão. Todos esses motivos reforçam o movimento antitrabalho.

A “grande demissão” ou “grande resignação”

O movimento antitrabalho também recebe os nomes de “grande demissão e de “grande resignação”. Um dos objetivos do grupo é o de conscientizar os profissionais sobre o propósito de se trabalhar. Aliás, uma das premissas sarcásticas do movimento é: “desemprego para todos, não apenas para os ricos”.

A frase quer dizer que pessoas com muito dinheiro em conta não precisam trabalhar ou podem apenas escolher o que querem fazer profissionalmente.



Segundo as informações do site Megacurioso, o movimento antitrabalho se baseia em teorias de anarquistas como Paul Lfargue e Bob Black. “O movimento defende que os funcionários deixem o local de trabalho e se concentrem no que é realmente importante para eles”, explica Leah Lambart, uma consultora de carreiras da Austrália.

Na prática, o ideal do movimento não é o de extinguir o trabalho, mas sim de colocar o assunto em discussão para melhorar a situação de todos os trabalhadores. Os apoiadores acreditam que as pessoas trabalham muito mais do que o necessário ou mais do que deveriam para viverem bem.




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