scorecardresearch ghost pixel



Dados vazados geram indenização de R$ 2,5 mil para pensionista do INSS

Uma pensionista do INSS recebeu uma indenização de R$ 2,5 mil. Ela alega ter os dados vazados assim que passou a receber a pensão por morte. O contato foi feito de diversas formas. Veja o que ela precisou fazer.



Uma pensionista do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que teve os dados vazados irá receber uma indenização de R$ 2.500. Ela alega que desde junho de 2021, quando passou a receber uma pensão por morte, começou a ter de lidar diariamente com ligações e mensagens de instituições financeiras.

Leia mais: INSS vai cancelar benefícios em até 150 dias; confira quem será prejudicado

Esse tipo de situação é relatada por vários aposentados e pensionistas do INSS. Segundo eles, assim que passam a receber os benefícios, começam a receber também milhares de ofertas diversas. Sendo assim, o que todos querem saber é como as instituições financeiras têm acesso a esse tipo de informação dos cidadãos.

Indenização do INSS

De acordo com o caso que foi parar na Justiça, a pensionista do INSS diz receber inúmeras propostas de crédito consignado. Os contatos chegam por meio de ligações, SMS e até mesmo são feitos em conversas pelo WhatsApp.



Depois de tantos contatos que não cessaram, a mulher decidiu entrar com um processo na Justiça contra o INSS por acreditar que os dados foram vazados, o que justificaria a quantidade de contatos feitos pelas instituições.

A alegação é de que a pensionista foi vítima de importunação. Ela ganhou o caso recentemente e foi indenizada em R$ 2,5 mil. A mulher, que não teve a identidade divulgada, mora em uma cidade no interior de São Paulo. A decisão leva em conta a Lei Geral de Proteção de Dados.

Apesar de todas as provas apresentadas durante o processo, o INSS disse que a mulher não conseguiu provar que o instituto foi o responsável pelo compartilhamento dos dados. O INSS também garantiu a segurança do sistema e disse não haver compartilhamento de dados.

De toda forma, segundo os relatos da vítima, a importunação começou 15 dias após a liberação do benefício da pensão por morte. Esse foi um ponto que foi considerado pela juíza, especialmente ao entender que a mulher vivia um momento de luto e, além disso, seguia com um tratamento médico ao mesmo tempo em que as importunações aconteciam.




Veja mais sobre

Voltar ao topo

Deixe um comentário