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Novo decreto de Lula vai retirar armas de quem já as comprou?

De acordo com o novo Ministro da Justiça, decreto assinado por Lula dá início à transição da política de armas para uma nova menos agressiva.



Durante sua posse como presidente da República neste domingo (1), Luiz Inácio Lula (PT) da Silva assinou uma série de Medidas Provisórias (MP), decretos e despachos no Palácio do Planalto. Dentre os documentos está a revogação do decreto anterior que amplia o acesso às armas de fogo para a população.

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Na prática, Lula assinou uma medida que diminui o acesso às armas e as munições, além de suspender o registro de novas armas de uso restrito de Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs). Além disso, também foi suspensa as autorizações de novos clubes de tiro até que a nova regulamentação seja editada.

Transição da política de armas para uma nova política

De acordo com o novo Ministro da Justiça, Flavio Dino, o decreto assinado por Lula dá início a uma transição da política de armas de Bolsonaro para uma nova política mais branda. Isso significa que as novas regras de transição entre o antigo regime e o atual regime não terão impacto sobre quem já comprou armas de fogo.

No entanto, Dino afirmou que as regras irão valer em relação à proibição de compra de munição para armas de uso restrito. O ministro afirmou ainda que haverá exceção para os cidadãos que respondem por inquérito ou ação penal por crime doloso. Dino completou dizendo que o primeiro desafio como ministro é concretizar esse decreto.

Por fim, o novo governo Lula irá definir um grupo de trabalho que irá funcionar por 60 dias. O intuito é estudar, por exemplo, novas mudanças para a classificação de armas de uso permitido e uso restrito.

Foto: Frunze Anton Nikolaevich/Shutterstock




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