Quando vale a pena fazer um plano de previdência privada?

O método pode ser uma alternativa para a pessoa que deseja obter segurança financeira no futuro, mas que não consegue ter controle sobre o dinheiro que possui. Entenda quais são os critérios que precisam ser levados em consideração no momento de fazer um plano de previdência privada e saiba os riscos presentes no processo.

Se você é uma daquelas pessoas que não conseguem ser disciplinadas quando a questão é dinheiro, o plano de previdência privada pode ser um ótimo caminho para resolver este problema.

O plano diz respeito ao fato de o assegurado assumir o compromisso e a carteira costuma oferecer rendimentos bastante atrativos, maiores que da poupança, por exemplo.

Contudo, como os bancos e seguradoras cobram taxas sobre os planos de previdência privada, seria mais vantajoso se a pessoa optasse por investir sozinha. Entretanto, para isso é necessário se manter muito bem informada sobre o assunto e acompanhar o mercado de perto.

Caso contrário, fazer um plano de previdência privada pode não compensar. Ademais, há um outro problema. Ele diz respeito à liquidez do investimento. O contrato do plano pode permitir que o segurado saque o dinheiro investido no curto prazo, caso haja alguma necessidade.

No entanto, resgates feitos com menos de dez anos possuem taxas. Além de existir um desconto maior de Imposto de Renda. O valor pode chegar a 35%.

Riscos

Quem deseja fazer o plano de previdência privada precisa ter em mente que o método não pode funcionar como uma garantia de rentabilidade. Além do mais, em alguns casos pode significar o contrário disso e causar prejuízos.

Por exemplo, caso o banco ou a seguradora quebra, o segurado também entra como credor. Assim sendo, pode demorar muito tempo para que ele receba o que investiu. Em casos mais graves, pode acontecer de nunca ter o dinheiro de volta.

Portanto, quem deseja fazer uma previdência privada, pensando na segurança futura, é importante fazer investimentos diversificados. Por isso, manter uma poupança para casos de emergência, pode fazer com que as chances de resgatar a previdência privada antes da hora sejam reduzidas. O que evita o pagamento de taxas.

Vale ressaltar que o plano de previdência privada não é uma aposentadoria privada. O método deve ser pensado como um complemento à aposentadoria do governo. Partindo do pressuposto de que os valores pagos pelo INSS podem não ser suficientes para manter o padrão de vida quando a pessoa parar de trabalhar.

Por fim, o plano não pode ser encarado como uma alternativa à Previdência Social.

Saiba também: como escolher um plano de previdência privada.

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