Urgente! Bolsonaro confirma mais mil aprovados no concurso PRF

Convocação de mais mil aprovados em concursos da Polícia Rodoviária Federal foi confirmada pelo presidente na tarde desta quarta, 5.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na tarde desta quarta-feira, 5, a convocação de mais aprovados no concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que está em andamento. Serão mil policiais rodoviários a mais do que o previsto em edital.

“Meus amigos policiais rodoviários federais, acabei de acertar com Paulo Guedes, nosso ministro da Economia, a contratação de mais mil servidores para essa área para bem ajudar no trânsito”, disse o presidente.

A informação foi confirmada durante o lançamento de um projeto de revitalização do Rio Araguaia, no estado de Goiás. Durante o evento, Bolsonaro falou sobre as medidas recentes e também sobre a autorização para aumento das convocações do último concurso PRF.

O passo seguinte é oficializar o aval. Isso deverá ser feito por meio de portaria autorizativa publicada no Diário Oficial da União. O procedimento é o mesmo realizado no concurso da Polícia Federal. Até o momento, a corporação ainda não se manifestou sobre o assunto.

Convocações estão sendo mencionadas desde abril

No início de abril, o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) Luis Boudens, confirmou que o governo chamaria mais aprovados, além das vagas iniciais, tanto no concurso da PRF, quanto da PF.

Logo depois a informação foi confirmada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Posteriormente, o próprio presidente, por meio de uma rede social, afirmou o aumento do número de convocados. Contudo, Bolsonaro falou apenas sobre o concurso da Polícia Federal, cujo decreto já foi oficializado.

Em diversas ocasiões, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, reiterou o compromisso em lutar pra que a mesma medida contemplasse, também, a PRF. Moro chegou a comentar sobre o aval para mais aprovados, sempre dando ênfase que a pasta pretende reforçar o efetivo da Polícia Rodoviária Federal.

Moro garantiu que a convocação dos excedentes estava em seus planos. Entretanto, ele ponderou que dependia de aval da Economia.

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