INSS: Regras da pandemia facilitam negociar empréstimo consignado

Redução da taxa de juros, prazo maior de carência e aumento do limite do cartão de crédito são algumas das mudanças aprovadas pelo Instituto. Confira!

Para minimizar os impactos econômicos da pandemia do novo coronavírus, o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) aprovou mudanças nas regras de crédito consignado para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

As alterações trazem vantagens para os segurados que desejam obter crédito consignado ou renegociar parcelas anteriores. Isso porque, durante a pandemia, a CNPS autorizou a redução da taxa de juros, a ampliação do prazo para pagamento de dívidas, além do aumento do limite do cartão de crédito. Conheça as oportunidades.

Mudanças no crédito consignado

Enquanto durar o estado de calamidade pública, previsto até o dia 31 de dezembro por causa da pandemia do novo coronavírus, a taxa máxima cobrada pelo empréstimo será de 1,08%. Anteriormente era de 2,08%.

Outra mudança é que o número máximo de parcelas mensais para pagar a dívida foi ampliado de 72 para 84 meses. Além disso, foi criada uma carência de 90 dias para o pagamento da primeira parcela.

O limite do cartão de crédito consignado para beneficiários do INSS também aumentou, passando de 1,4 para 1,6 do valor da renda mensal. Para saber o novo limite consignado, basta o segurado multiplicar o valor do benefício por 1,6.

Também houve redução do bloqueio em 60 dias. Sendo assim, o prazo que um novo benefício fica bloqueado para conseguir empréstimos consignados passou de 90 para 30 dias após a concessão.

Por fim, houve mudança na margem consignável, valor do benefício que o segurado pode comprometer por mês para pagar dívidas. Durante a pandemia, o limite para conseguir empréstimo consignado pessoal é de 30% do benefício. Para ter acesso ao cartão de crédito consignado, o limite é de 5% do benefício.

Renegociação de crédito

Para quem teve o crédito consignado aprovado antes das novas regras, a recomendação é negociar novas taxas e prazos com a instituição financeira que concedeu o crédito. Outra alternativa é pedir a portabilidade, uma vez que as condições para empréstimo consignado estão mais vantajosas agora.

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