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IPO do Nubank: Vale a pena aceitar uma ação e investir na fintech?

Antes de ter suas ações negociadas na Bolsa de Nova York e na B3, banco digital está oferecendo BDRs de graça aos clientes.



A oferta pública inicial (IPO) do Nubank está próxima, com previsão para acontecer na próxima quinta-feira, 9. Ao dar esse passo, a fintech permitirá que suas ações sejam negociadas na Bolsa de Nova York (Nyse, da sigla em inglês) e também na Bolsa de Valores (B3), na forma de recibos de ações estrangeiras (BDRs).

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Para estimular a adesão dos seus usuários, o Nubank deu início a uma ação diferente: começou a oferecer um BDR a alguns clientes antes da estreia na bolsa, de forma totalmente gratuita, sem que eles precisem pagar por isso. Quem aceitar a doação de uma parte da empresa passa a integrar o programa de sócios do Nubank, nomeado de NuSócios.



Mas será que vale a pena aceitar a ação?

Para ajudar nesse tomada de decisão, é preciso analisar as condições impostas na transação. Basicamente, o BDR equivale a fração de um sexto de uma ação do Nubank e o seu valor só será confirmado após o encerramento do IPO.

Por outro lado, os clientes que aceitarem o BDR grátis da fintech só poderão negociar o ativo na bolsa brasileira (B3) um ano depois da sua emissão.

Além disso, para realizar o procedimento, eles também terão que abrir uma conta na NuInvest, corretora do Nubank e antiga Easynvest. Outro ponto é a necessidade de incluir os ganhos na declaração de Imposto de Renda.



“De fato, não existe almoço grátis. Ao trazer mais investidores, independentemente de por onde começa, a corretora tem você dentro de casa e começa a ofertar produtos e a ganhar dinheiro com isso. A sacada é genial”, afirma Danielle Lopes, sócia e analista da Nord Research.

Sobre o tempo mínimo de 12 meses, o banco digital informa que ele será adotado para que o investidor se familiarize com o mercado das aplicações e investimentos, permitindo que ele tome as melhores decisões sobre o que fazer com o BDR futuramente.




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