O trabalho da dona de casa é possivelmente um dos mais desvalorizados de todo o mundo. A pessoa responsável por cuidar do lar e de todas as necessidades da família muitas vezes termina a vida sem nem mesmo ter uma aposentadoria para garantir sua sobrevivência.
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Mas não precisa ser assim, já que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem uma modalidade de contribuição na qual elas podem se encaixar. Entenda como funciona e veja o que fazer para garantir um benefício previdenciário.
Aposentadoria para dona de casa
Existe um tipo de trabalhador que paga sua contribuição todos os meses à Previdência Social, embora não seja obrigado a fazer isso. Ele é chamado de contribuinte facultativo porque não exerce atividade remunerada e não tem a obrigação de recolher.
É o caso das donas de casa que querem se aposentar. Mesmo não sendo obrigadas a recolher para o INSS, elas podem fazer isso para assegurar benefícios previdenciários como aposentadoria, pensão por morte e outros.
A interessada deve escolher quanto quer ter de renda no futuro e, com base nesse número, calcular o valor da contribuição. É necessário observar apenas o salário mínimo e o teto do INSS, hoje em R$ 7.087,22.
Como contribuir de forma facultativa
Existem diferentes opções de alíquotas de contribuição. Quem não realiza atividade remunerada e faz p
Já aquelas que não atendem a esse requisito podem escolher recolher 11% ou 20% sobre o mínimo. O percentual vai influenciar no valor final do benefício e em outras questões, como o tipo de aposentadoria possível.
O recolhimento é realizado por meio de uma Guia da Previdência Social (GPS) gerada no site da Receita Federal. Para todas as alíquotas, existe a opção de realizar o pagamento mensal ou trimestral.