scorecardresearch ghost pixel



Fim dos transplantes? Instituto desenvolve coração 3D que imita original

Estudo busca simular as funções do coração por meio da tecnologia. Este recurso ajudará os médicos em tratamentos mais eficazes.



A tecnologia tem tido um impacto cada vez maior na área da saúde, promovendo benefícios expressivos para profissionais da área, pacientes e para o sistema de saúde como um todo. Para contribuir com esse cenário, estudiosos do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) elaboraram réplicas robóticas de corações.

Leia mais: Cerveja mais barata: pesquisa pode deixar lúpulo mais acessível no Brasil

Eles poderão auxiliar em diversos tratamentos.

Os pesquisadores avançaram no estudo que busca “imitar” os corações de forma tecnológica, que exibem características similares às encontradas na anatomia dos pacientes. Também têm formas e funções parecidas. Com isso, é possível realizar novos testes para dar início a outros tratamentos mais efetivos para cada pessoa.

Tecnologia é usada para reproduzir a anatomia de um coração

Ferramentas mais modernas como imagens médicas e impressão 3D foram utilizadas com aparelhos comuns para que o projeto fosse realizado. Os cientistas criaram réplicas em 3D de corações a partir de modelos computacionais e as moldaram em materiais flexíveis. Em seguida, usaram mangas infláveis semelhantes às usadas em esfigmomanômetros para representar o fluxo sanguíneo e a pressão do coração real.

Além de reproduzir os órgãos usando o recurso, essa técnica permite que os profissionais de saúde entendam tanto a anatomia quanto a fisiologia e a mecânica do órgão do paciente de maneira mais aprofundada.

Atualmente, o trabalho – incluindo diagnósticos e tratamento – dos médicos voltado para pacientes cardíacos ainda é limitado, já que cada corpo pode apresentar mudanças relevantes.

Técnica permite estudar o coração de forma mais detalhada

Para atingir as peculiaridades humanas, os pesquisadores utilizam técnicas distintas. Uma delas é a impressão 3D, composta de material moldável e que se ajusta às formas de uma pessoa, podendo até mesmo imitar os vasos sanguíneos que ficam próximos do órgão, adquirindo aspectos que possíveis doenças podem gerar.

Um exemplo de aplicação da tecnologia pode ser visto no caso da estenose aórtica, na qual a válvula que controla o fluxo sanguíneo, através do principal vaso sanguíneo que se ramifica do coração, se torna estreita e enfraquece o órgão. Com a ajuda da técnica, é possível simular essa situação, assim como a solução do problema.

Estamos falando da substituição da válvula usando as mangas pressurizadas.

Cientistas estão empolgados com pesquisa

Por meio dessa técnica, os profissionais simulam o funcionamento do coração impresso em 3D, que começa a funcionar por meio de estímulos. Ainda é adicionando fluido para reproduzir o fluxo sanguíneo e a pressão do paciente. Tudo isso é feito com as adaptações necessárias.

Se o resultado da pesquisa for possível, médicos poderão alcançar alguns tratamentos de forma mais rápida, sem nem precisar realizar cirurgias. Isso acontecerá graças aos modelos impressos que reproduzirão o funcionamento dessa parte do corpo. Para os cientistas, o estudo é bem empolgante.




Veja mais sobre

Voltar ao topo

Deixe um comentário