Caixa anuncia nova redução de juros de crédito imobiliário

A medida foi anunciada na tarde desta terça-feira, 30. As reduções serão válidas para financiamentos indexados pela Taxa Referencial.

Uma nova mudança em relação ao crédito imobiliário foi anunciada hoje, 30, pela Caixa Econômica Federal. A nova medida reduz as taxas de juros cobradas no crédito imobiliário com recursos da poupança. As mudanças valerão para os contratos de financiamento de imóveis que sejam atualizados de acordo com a taxa referencial (TR).

A menor taxa de juros cobrada pela banco será de 6,75% mais Taxa Referencial (TR), ante aos 7,50 + TR atualmente cobrados. A maior taxa vai de 9,50% mais TR para 8,50% mais TR. A Taxa Referencial foi criada em 1991 e é usada como um fator de correção monetária de empréstimos, do FGTS e de investimentos. Hoje, a TR está zerada.

As novas taxas, que passam a valer a partir de 6 de novembro, serão válidas para créditos com saldo devedor atualizado pela TR no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

Atualmente, a taxa básica está estimada em 5,5% ao ano. A expectativa do mercado é de que ocorra um corte de 0,5%. Ademais, a Caixa anunciou também que realizará cortes na taxa cobrada em financiamentos ao longo de 2020. Com isso, o intuito da estatal é de aumentar a concorrência com os grandes bancos presentes no mercado financeiro brasileiro, fazendo com que as taxas ofertadas sejam cada vez menores.

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Redução nos juros de financiamentos imobiliários

No início deste mês, a Caixa informou a redução de até um ponto percentual, o valor cobrado pelas taxas de juros nos financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE). Com isso, a menor taxa passou de 8,5% ao ano para 7,5% ao ano. Em relação a maior taxa, a redução foi de 9,75% ao ano para 9,5% ao ano.

Entretanto, a redução não inclui os contratos lançados recentemente pela estatal, que são indexados de acordo com o Índice Oficial de Inflação (IPCA). No caso desses contratos, as taxas variam de 2,95% mais o IPCA a 4,95%.

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