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Auxílio emergencial de R$ 150, R$ 250 ou R$ 375: Veja quanto cada um vai receber

Governo federal cria faixas de valor para pagamento da nova rodada do auxílio emergencial. Veja quanto cada beneficiário vai receber.

Os beneficiários do auxílio emergencial devem receber valores diferentes nessa nova rodada. Embora o governo federal tenha estabelecido a parcela em R$ 250, mulheres chefes de família devem receber um benefício maior, enquanto pessoas que moram sozinhas devem ganhar menos.

Os valores detalhados para cada faixa deverão ser divulgados com a publicação da Medida Provisória (MP) que vai viabilizar o pagamento de quatro novas parcelas. Se mantiver o texto atual, o benefício poderá chegar a R$ 375 mensais.

Dessa vez, a previsão é que cada família receba somente um benefício, ao contrário do que ocorreu no ano passado. Em 2020, até dois membros de cada núcleo familiar poderiam ser aprovados para o auxílio. A medida, segundo o governo, visa reduzir os gastos com o programa.

A expectativa é que os pagamentos do auxílio retornem no dia 18 de março para os beneficiários do Bolsa Família, e até o fim do mês para os demais aprovados.

Quanto cada beneficiário vai receber?

Os critérios para receber continuam sendo os mesmos: renda de meio salário mínimo por pessoa (R$ 550) ou de até três salários mínimos (R$ 3.300) para toda a família. De acordo com fontes do governo federal, as novas faixas de valor serão as seguintes:

  • R$ 250: base paga a famílias com duas ou mais pessoas, exceto chefiadas por mulheres.
  • R$ 375: para famílias chefiadas por mulheres. Em 2020, o valor do auxílio emergencial para mães chefes de família correspondeu ao dobro do pago aos demais beneficiários.
  • R$ 150: famílias de apenas uma pessoa, ou seja, pessoas que vivem sozinhas. O valor poderá ser de R$ 125 ou R$ 175, ainda a ser definido pelo governo.

Quem não pode receber

Além de cumprir os requisitos de renda citados anteriormente, o cidadão não poderá receber nenhum tipo de benefício do governo para ter acesso às quatro novas parcelas do auxílio emergencial.

Também não entrarão nessa nova rodada os servidores públicos, militares e trabalhadores que atuam com carteira assinada.

Aprovação do Congresso

A pretensão do Ministério da Economia é desembolsar no máximo R$ 40 bilhões para custear o auxílio emergencial em 2021. A perspectiva é que o programa custe por volta de R$ 30 bilhões. Além de cortar o número de beneficiários e de parcelas para enxugar os gastos com o programa, há estudos para reduzir o valor pago a pessoas que moram sozinhas.

Para que possa ser criado por meio de uma MP, ainda é necessário obter a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial pelo Congresso. A PEC Emergencial dá o aval para uma nova rodada do auxílio e cria ferramentas para um futuro ajuste fiscal.

Leia mais: Volta do auxílio emergencial é aprovada no Senado em até R$ 44 bilhões


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