scorecardresearch ghost pixel



Pela 3ª semana consecutiva, preço da gasolina sobe e atinge novo recorde

Subida está associada ao aumento do etanol anidro, substância que é misturada à gasolina vendida nos postos.



O preço da gasolina atingiu um novo recorde, segundo os novos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). Esta é a 3ª semana consecutiva que o produto apresenta alta no valor de comercialização.

Leia mais: Ranking: Brasil ocupa 3º lugar de países com a gasolina mais cara do mundo

O valor médio do combustível nos postos chegou a R$ 7,270 por litro na semana passada. Uma alta 0,7% em comparação à semana anterior. Com isso, o preço praticado é superior ao pico de R$ 7,267, identificado há duas semanas depois que a Petrobras anunciou uma nova leva de reajustes, que também atingiu o diesel e o gás de cozinha.

Motivo da subida

A nova alta da gasolina acompanha a disparada da cotação do etanol anidro, que equivale a 27% da mistura oferecida nos postos. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, somente em abril, o preço do biocombustível em Usinas de São Paulo aumentou 12%.



 

Outro produto que também percorre pelo mesmo trilho é o etanol hidratado, cujo preço médio nos postos subiu para R$ 5,496 por litro – uma escalada de 4,8% em comparação à semana anterior. Em um mês, o combustível também acumula 12% de alta.

Diesel e gás de cozinha estáveis

O aumento dos preços do etanol pode ser atribuído ao aumento da demanda do combustível durante o período de entressafra. Usineiros previam recuo após início da colheita neste mês, porém a tendência nos preços continua.

A pesquisa da ANP, por outro lado, identificou uma estabilidade nos preços do gás de cozinha e no diesel. Enquanto o primeiro foi vendido por R$ 113,24 (botijão de 13 kg), o segundo chegou a R$ 6,60 o litro.

Vale destacar que ambos os produtos passaram pelo reajuste da Petrobras de março, que acompanhou a subida das cotações internacionais após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia.




Voltar ao topo

Deixe um comentário