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Pega na mentira! Aprenda como descobrir um mentiroso pelo tom de voz

Será que é possível que o tom de voz de alguém possa denunciar se ela está mentindo ou não? Em caso afirmativo, não seria interessante de aprender a técnica para aplicar na lei e nas relações? Veja o que os estudos indicam.



Contar uma mentira é algo um hábito que já faz parte de nós, portanto também está presente nossa sociedade, ainda que nas coisas mais simples. É como vimos sendo retratado no filme O Mentiroso. As ações de Jim Carrey só mostram que uma população onde ninguém mente sobre absolutamente nada poderia ser bem caótica.

Veja também: Dá para descobrir uma mentira através do tom de voz?

As pequenas mentiras estão nas brincadeiras, nos elogios e até durante os argumentos usados para evitar maiores confusões. Contudo não é por isso que devemos sentir-nos no direito de sair por aí mentindo, inventando mil histórias e, às vezes, até expondo certas pessoas à uma narrativa que nem de longe é real.



Felizmente, com um maior entendimento sobre como funciona o cérebro humano e como nos comportamos enquanto falamos, já estamos aprendendo a saber quando alguém está contando a verdade e quando a pessoa está inventando conversinhas. Sabe como? Bem, tudo pode estar ligado ao tom de voz da pessoa.

Isso foi explicado no artigo publicado na revista Nature. A revista, habituada a publicar conteúdo científico, mostrou um experimento feito com 115 pessoas onde os pesquisadores tomaram o cuidado de analisar a entonação de voz de cada uma enquanto elas contavam uma mentira.

O resultado? Ao menos no experimento, ficou muito claro que é sim, é possível analisar a voz de uma pessoa enquanto ela fala e encontrar algo que sinalize uma mentira ali. Isso acontece por meio do padrão melódico, pois é nele em que dá para usar a prosódia para estudar tanto o tom de voz da pessoa quanto a velocidade em que ela está falando.

Com esse resultado, os cientistas pararam para refletir se esse seria um fenômeno específico de uma linguagem ou se daria para repetir o feito com outras línguas. Foi por isso que o experimento também contou com pessoas que falavam francês e espanhol, além do tradicional inglês.

E mesmo assim a variação de entonação seguiu de forma muito parecida em cada uma das línguas. O que pode ser notado, no geral, é que a fala mais alta geralmente vinha carregada de mais inverdades do que a forma comum de falar.

Não é de hoje que a ciência procura formas de desmascarar mentira. Ainda que seja algo que é sempre muito usado em filmes e séries, essa é uma questão na qual as autoridades têm um interesse real, já que seria muito mais fácil lidar com os criminosos quando se tem acesso a esse tipo de experiência.

E aos poucos, mas com muito estudo, o ser humano descobre mais sobre o assunto. Sendo assim, fica mais fácil e mais rápido de encontrar o verdadeiro culpado de alguma situação.




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