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Diabetes e café: quem tem a doença pode tomar a bebida sem medo?

Quem é diabético sabe que existem alguns cuidados especiais em relação à alimentação. Mas e o café? Ele está liberado para o consumo? Descubra.



A diabetes é uma doença que pode ser gerada por fatores genéticos, como a DM1, identificada logo na infância. No entanto, a DM2 parte de agentes externos, por exemplo, má alimentação e outros problemas de saúde. 

Veja também: Tomar remédio e beber café pode ser um erro e te explicamos o porquê

Em ambos os casos a pessoa precisa saber lidar com a adaptação, ao precisar recusar determinados alimentos e aplicar a insulina frequentemente. O acompanhamento médico é imprescindível e define o tratamento ideal. 

O café ajuda a reduzir o índice de DM2 

Em 2012, um estudo publicado pela Healthline mostrou que o café reduz os riscos de desenvolver diabetes tipo 2. A versão descafeinada também é excelente e atende aqueles que são sensíveis à cafeína. No entanto, os efeitos positivos surtem mais efeito quando o preparo é apresentado naturalmente, sem adição de açúcares refinados, leite e aditivos. 

Cuidado com o excesso de açúcar 

Uma pessoa que bebe várias xícaras de café ao dia precisa ficar atento à quantidade de açúcar ingerida. Devido ao seu sabor amargo, as principais receitas orientam que a mistura seja adoçada. Ainda que pareça pouco, esse excesso de glicose começa a exigir cada vez mais insulina, sobrecarregando o pâncreas, até que você sinta cansaço, tontura e outros desconfortos. 

Como consumir café sendo diabético? 

Conforme mencionado acima, se você é diabético, prefira opções naturais e sem nenhum tipo de açúcar. Adoçantes naturais a base de stevia costumam ser boas alternativas para aqueles que não curtem o amargor, mas invista nos produtos que têm menos calorias. Lembre-se que as moléculas de carboidrato reduzem a eficiência energética do organismo, então escolha de forma consciente todas as suas refeições do dia. 

Não deixe de planejar a sua alimentação 

A diabetes não impede que uma pessoa tenha qualidade de vida, desde que todos os cuidados sejam tomados. Faça um planejamento alimentar com a ajuda de um nutricionista, porque a mesma doença age de um jeito particular em cada paciente. Estabeleça horários, não pule o café da manhã e converse com outras pessoas que convivem com a doença. 




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