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Gasolina vai subir de novo? Veja o que diz o presidente da Petrobras

Segundo presidente da Petrobras, ajustes serão feitos quando necessário, mas este não é o caso. Veja o que ele disse sobre o rumor de ter recuado a pedido de Lula.



O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, negou os rumores de que a estatal aumentaria os preços dos combustíveis essa semana. Ele também refutou ter voltado atrás a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após uma reunião em que estiveram presentes todos os diretores da empresa e autoridades.

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O encontro, com duração de duas horas, teve como objetivo apresentar os investimentos planejados pela estatal e o que já foi realizado nos seis primeiros meses de gestão. Prates esclareceu que a reunião foi focada em discutir investimentos e arrematar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com os diretores da empresa, o Ministério de Minas e Energia e a Casa Civil, organizando os temas junto aos ministros e ao presidente.

À imprensa, o presidente da Petrobras atribuiu os boatos sobre a interferência do governo nos preços aos insatisfeitos com a mudança de rumo da empresa. A Petrobras deixou a política de paridade de importação (PPI) em meados de maio e adotou uma estratégia comercial mais competitiva, o que teria gerado reações.

Ajustes serão feitos quando necessário, afirma presidente da Petrobras

Sobre os preços dos combustíveis, Prates destacou que a Petrobras fará ajustes quando necessário, mas, por enquanto, estão confortáveis com a volatilidade dos preços do petróleo, que atualmente estão em queda. Ele enfatizou que, se o preço se estabelecer em outro patamar, a empresa fará os reajustes necessários.

O presidente da estatal relembrou o trauma causado pelos aumentos de preços nas gestões anteriores, citando a greve dos caminhoneiros em 2017 como exemplo. Segundo ele, foram 118 reajustes em um único ano, o que desestabilizou o mercado.

Prates também respondeu a críticas sobre a falta de reajuste, afirmando que importadores ineficientes são os que reclamam, e que, para a Petrobras, não há uma diferença de 25% nos preços vendidos nas refinarias em comparação com o mercado internacional.

Nesta semana, a Petrobras divulgará seu balanço trimestral já sob a vigência da nova política de dividendos.




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