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Exército proíbe uso do WhatsApp e Telegram por questões de privacidade

Na tentativa de minimizar a situação, porta-voz das forças armadas suíças afirmou que essa é apenas uma recomendação.



O exército suíço baniu o uso do WhatsApp, Telegram e outros aplicativos de mensagens estrangeiros por seus militares durante as operações de serviço. O objetivo é evitar o vazamento de informações confidenciais e sensíveis.

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De acordo com a agência Associated Press, um e-mail enviado em dezembro a comandantes e chefes de Estado-Maior solicitou aos soldados que optassem pelo sistema de mensagens suíço Threema.

O motivo de vetar outras ferramentas seriam questões relacionadas à privacidade dos dados, que poderiam, por exemplo, ser acessados pelo norteamericanos.



Um porta-voz do exército tentou minimizar a situação, afirmando que essa é apenas uma recomendação aos recrutas. No entanto, na carta original, as autoridades pedem que “nenhum outro serviço de mensagens será autorizado”.

A questão das comunicações seguras teria surgido durante missões das forças armadas ligadas à covid-19, como apoio a hospitais e ao programa de vacinação.

Proteção de dados

A Threema não tem servidores nos Estados Unidos, que são uma das grandes preocupações das forças armadas suíças. O sistema foi criado em 2012 para gerar o mínimo possível de dados dos usuários, de acordo com informações de sua própria página na internet.

Embora a legislação da Europa sobre segurança digital e privacidade seja bastante protetiva ao usuário, já houve um precedente em que a justiça dos EUA decidiu que o cumprimento de leis estrangeiras não poderia atrapalhar investigações locais.




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