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Caixa libera R$ 23 bilhões ‘esquecidos’: 10 milhões de brasileiros podem sacar

Caso não sejam sacados, valores serão transferidos de forma definitiva para os cofres públicos e utilizados pelo governo. Saiba como consultar.



A Caixa Econômica Federal informou um dado que merece atenção dos trabalhadores. Cerca de R$ 23 bilhões estão ‘esquecidos’ no banco aguardando o saque por aproximadamente 10 milhões de beneficiários elegíveis. Os recursos têm origem nas chamadas cotas do PIS/Pasep.

Leia mais: PIS/Pasep: Como fica o abono salarial para quem trabalhou em 2021?

O que são as cotas do PIS/Pasep?

As cotas do PIS/Pasep são recursos destinados a quem trabalhou via CLT ou era servidor público entre os anos de 1971 e 1988. Ou, seja elas são diferentes do abono salarial pago ao trabalhador hoje. Aqueles que ainda não sacaram as cotas, o governo federal abriu um novo período de saques.



Como fazer a consulta do PIS/Pasep esquecido?

Para descobrir se possui direito a esses recursos, o trabalhador pode baixar o aplicativo FGTS, que é para onde o dinheiro foi enviado após a extinção do fundo PIS/Pasep. Outra forma de consulta é indo até uma agência da Caixa portando um documento oficial com foto.

Em caso de trabalhador falecido, herdeiros podem sacar?

Sim. Se o trabalhador veio a óbito, um herdeiro ou familiar dependente pode realizar o saque no lugar. Para isso, é preciso ir até uma agência da Caixa ou Banco do Brasil munido dos seguintes documentos:

  • O alvará judicial designando os beneficiários ao saque;
  • A escritura pública de inventário;
  • A certidão de óbito do familiar e declaração de dependente habilitado à pensão por morte emitida pelo INSS; e
  • A certidão de óbito e a certidão ou declaração de dependente habilitado à pensão por morte emitida pela entidade empregadora.

Até quando podem ser feitos os saques das cotas do PIS/Pasep?

Segundo o governo, os valores ficarão à disposição dos beneficiários titulares ou herdeiros até o dia 1º de julho de 2025. Caso não sejam sacados, os valores serão transferidos de forma definitiva para os cofres públicos para uso livre pelo governo.




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