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Máscaras deixam de ser obrigatórias em aviões e nos aeroportos no Brasil

Fim da obrigatoriedade no uso de máscaras considera o atual cenário epidemiológico. Apesar disso, o item segue sendo recomendado como um meio de proteção individual.



Recentemente a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retirou a obrigatoriedade do uso de máscaras em aeroportos e aeronaves. Apesar disso, a agência recomenda que o uso seja mantido nesses ambientes, como forma de conter o avanço da Covid-19. O uso de máscaras era obrigatório desde 2020.

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A nova medida começou a valer nesta quarta-feira, 17, com a publicação no Diário Oficial da União. A Anvisa considera o atual cenário epidemiológico, com um controle maior sobre os casos da doença.

Fim da obrigatoriedade do uso de máscaras

A decisão foi unânime entre os diretores da agência. O fim da obrigatoriedade do uso de proteção em aeroportos e nos interiores das aeronaves leva em conta o avanço na vacinação, a redução no número de mortes e também dos novos casos da doença no Brasil.

Ainda segundo a agência, mesmo sem a obrigatoriedade pairando sobre as cabeças das pessoas, a recomendação continua sendo para que todo mundo mantenha a prevenção em relação ao vírus. Dessa forma, o uso de máscaras e o distanciamento continuam sendo medidas muito importantes.

Segundo o documento publicado pela Anvisa, “o uso de máscaras, adotado até então como medida de saúde coletiva, é convertido em medida de proteção individual”. Outros países adotaram medida semelhante. Os Estados Unidos, por exemplo, retirou a obrigatoriedade das máscaras em voos em abril deste ano.

Mesmo com o fim da obrigação no uso de máscaras, a agência manteve algumas medidas. São elas:

  • Disponibilização de álcool gel em todas as áreas;
  • Limpeza e desinfecção;
  • Desembarque por fileiras;
  • Sistemas de climatização.

Além disso, avisos sonoros devem manter a recomendação no uso de máscara, mesmo que agora o uso do item de proteção tenha se tornado opcional. De acordo com a Anvisa, as pessoas mais vulneráveis à Covid 19 – o chamado grupo de risco – realmente devem manter os cuidados.




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