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BC continua sem data para devolver R$ 4,1 bilhões ‘esquecidos’ da 2ª etapa?

A consulta da segunda fase do dinheiro esquecido estava prevista para o início de maio, mas a greve dos servidores atrasou o calendário do Banco Central.



A greve dos servidores do Banco Central atrasou a segunda fase de consultas ao dinheiro esquecido, bem como diversos outros processos de benefícios à espera de liberação. A previsão era de que o serviço estivesse disponível em 2 de maio, mas até agora segue sem data oficial para acontecer.

Leia mais: Banco Central fala sobre a data para a segunda fase de consultas dos valores a receber

O Sistema de Valores a Receber (SVR) precisa passar por melhorias, mas elas foram impedidas de acontecer por causa da mais recente greve. De acordo com o Banco Central, a nova data para consulta será divulgada com antecedência.



Segunda fase de consultas ao dinheiro esquecido

De acordo com as informações que o Banco Central liberou, mais de 2,85 milhões de pessoas físicas e jurídicas fizeram o resgate dos valores na primeira fase. Os dados consideram os valores retirados até 24 de março.

O valor total chegou a R$ 245,8 milhões, sendo que ainda existem – pelos cálculos do BC – mais de R$ 8 bilhões em dinheiro “esquecido”. Cerca de metade disso deve ficar disponível na segunda fase de devolução.

Quem não fez o resgate na primeira fase não precisa se preocupar, porque os valores continuarão guardados, então assim que a segunda etapa começar, o cidadão terá direito a realizar a consulta e poderá ter acesso ao dinheiro.

A partir da nova etapa, o Banco Central apresentará algumas mudanças no sistema. Uma delas é que não será mais preciso fazer agendamento, em outras palavras, é só pedir o resgate do recurso ao fazer a consulta dos valores.



Outro detalhe é que os valores foram reajustados. Isso quer dizer que pessoas que não tinham valores a receber na primeira fase, podem ter alguma quantia agora, por isso vale a pena conferir o sistema assim que ficar disponível outra vez,

Na maioria dos casos, o dinheiro esquecido tem relação com contas correntes ou poupanças encerradas, mas que ainda mantinham algum saldo disponível, embora também possa se tratar de tarifas cobradas indevidamente nas operações de crédito, que acabaram por retornar para o consumidor.




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