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Caixa irá “meter a faca” para pagar auxílio emergencial, afirma Bloomberg

Instituição quer cobrar mais caro para compensar a redução no número de operações.

O acordo entre o Ministério da Cidadania e a Caixa Econômica Federal para o pagamento da nova rodada de auxílio emergencial não anda nada bem. A Caixa vai elevar o valor cobrado pela transferência do auxílio emergencial para a população mais necessitada do Brasil, informou a Bloomberg.

A Caixa cobrava aproximadamente R$ 1,39 por transação no ano passado. Em 2021, o benefício será mais restrito e, por isso, a instituição quer cobrar mais caro para compensar a redução no número de operações. O ministro João Roma já sugeriu buscar uma opção de fintech para viabilizar o pagamento com baixo custo para a União.

Vale ressaltar, que a nova rodada do auxílio emergencial não permitirá a inscrição de novos beneficiários e será pago somente para quem já estava cadastrado no programa de ajuda em 2020 e aos beneficiários do Programa Bolsa Família que são elegíveis a receber a ajuda federal este ano.

Os primeiros beneficiados serão os trabalhadores inscritos no CadÚnico do Ministério da Cidadania, depois os informais que se cadastraram no aplicativo da Caixa e, por último, as famílias do Bolsa Família, a partir de 16 de abril.

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