Geografia do Amapá para concursos

Informações sobre área, demografia, hidrografia, relevo, clima, aspectos históricos e econômicos muito cobrados em concursos regionais.

O estado do Amapá vem lançando vários editais de concursos públicos e processos seletivos para órgãos estaduais e municipais. Entre os vários conteúdos cobrados, está a parte de História e Geografia do Amapá.

Mesmo candidatos naturais da região se veem, de repente, perdidos diante do volume de informações. Por isso, reunimos os principais temas cobrados nas provas de concurso público relacionadas à Geografia do Amapá. Confira e bons estudos!

Formação e desenvolvimento

Os principais do estado eram os indígenas dos povos  waiãpi, palikur, maracá-cunani e tucuju, todos incluídos nos troncos linguísticos aruaque e caribe. Pesquisadores encontraram vestígios de ocupação humana na era pré-colombiana, especialmente, no Parque Arqueológico do Solstício (a Stonehenge do Amapá), em Calçoene.

Os primeiros colonizadores europeus chegaram à costa amapaense em 1499, com quatro caravelas lideradas pelo espanhol Vicente Yañez Pinzón. A região ficou sob o domínio espanhol a partir do Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494 entre Portugal e Espanha. Alguns tratados depois, os portugueses seguiram com a desbravação do território.

O Amapá fazia parte da província do Grão-Pará, originada a partir das capitanias do Grão-Pará e Rio Negro. Entre 1835 e 1840, eclodiu a revolta conhecida como Cabanagem, empreendida por índios, mestiços e integrantes da classe média (os cabanos). O movimento teve forte influência da Revolução Francesa.

O território que, hoje, equivale ao Amapá fazia parte do estado do Pará e foi desmembrado em 1943, quando foi criado o Território Federal do Amapá (TFA). Somente com a Constituição de 1988, a região foi elevada a estado da federação. Na primeira metade do século XX, o desenvolvimento do estado foi lento.

Diversos projetos instalados no Amapá tiveram o intuito de alavancar sua economia, entre eles, o Projeto Jari (1967 – 1982), visando a produção de arroz e celulose, além da criação de gado na região de Monte Dourado e Laranjal do Jari. No entanto, milhares de hectares foram destruídos pelo fogo e plantio de seringueira com o fim do projeto.

A Indústria e Comércio de Minérios (ICOMI), por sua vez, sustentou a economia amapaense entre 1957 e 1997, gerando benefícios para a Serra do Navio. Com o passar do tempo, municípios foram surgindo pelo território, a maior parte pelo desmembramento de outras cidades, como Vitória do Jari.

Houve casos, também, de vilas de trabalhadores transformadas em cidades, como a própria Serra do Navio, reconhecida como município em 1992. A capital, Macapá, recebeu investimentos na construção civil, atraindo milhares de pessoas e aumentando a população em até 3,4% ao ano, dando ao estado uma das maiores médias de urbanização do país.

Sobre o Amapá

O estado do Amapá está localizado no extremo da região Norte do país, fazendo limites geográficos com o Pará (sul e oeste), Guiana Francesa (norte), Oceano Atlântico (nordeste), foz do Rio Amazonas (leste) e Suriname (noroeste). Sua área territorial corresponde a 142.828.521 km², o que o torna o 18º maior estado do Brasil.

A composição de seu território vem em 16 municípios localizados em duas mesorregiões (norte e sul) e duas microrregiões. Faz parte da região amazônica e sua configuração remonta a um losango perfeito cujos vértices dirigem-se para os pontos cardeais. A linha do Equador passa ao sul do estado.

Banhado pelo rio Amazonas e Oceano Atlântico, possui litoral com 242km de extensão, desde o Cabo Orange até o Cabo Norte. Quase toda a sua população se concentra na parte oriental do estado. Está localizado em três hemisférios – sul, norte e ocidental. Por ser cortado pela linha do Equador, guarda o equinócio, um dos maiores espetáculos da Terra.

Bandeira do estado do Amapá

A bandeira do estado do Amapá foi instituída em 1984 após concurso para escolher os símbolos oficiais do estado. O verde representa as matas; o amarelo, as riquezas minerais; o azul, o céu, enquanto o branco retrata a paz. O preto, por sua vez, respeita os homens que morreram pelo estado. A figura geométrica é a Fortaleza de São José do Macapá.

Capital, Macapá

A capital do estado, Macapá, existe desde 1944 e, atualmente, concentra 60% da população estadual. A maior cidade da federação é a sede da Região Metropolitana composta pelos municípios de Santana e Mazagão.

População

A população amapaense é estimada em 807.810 habitantes, conforme dados levantados em 2017. A densidade demográfica é de 5,55 hab/km². O estado passou por forte crescimento demográfico a partir das décadas de 80 e 90. Dados revelados em 2010 apontaram que 74,5% dos residentes era natural federação.

Do restante, 25,5% veio de outros estados e 8,8% era amapaense, porém, morava em cidade diferente de onde nasceu. Em meio a todo esse contingente, pode-se encontrar imigrantes da Guiana Francesa, bem como migrantes de regiões como Goiás, Paraná, Minas Gerais, Ceará, Pará e Maranhão.

O que atraiu pessoas dos mais variados cantos do Brasil foi o desenvolvimento econômico proporcionado pela ampliação das atividades realizadas no estado. É importante frisar, ainda, a expressiva presença dos povos indígenas e quilombolas. Atualmente, existem 49 aldeias distribuídas entre cinco terras indígenas demarcadas.

O Amapá tem, ainda, 8% de sua população representada por afrodescendentes, remanescente de quilombos, sendo o Curiaú a comunidade mais conhecida e a primeira no estado a ser reconhecida. Hoje, são certificadas pela Fundação Cultural Palmares as comunidades Carmo do Maruanum, Campina Grande, São Pedro dos Bois, Lagoa dos Índios, Mel da Pedreira, Igarapé do Lago, Alto Pirativa, Engenho do Matapi, São Francisco do Matapi, Igarapé do Palha, Lagoa do Maracá, São Miguel do Macacoari, entre outras.

Principais cidades

Além da capital, Macapá, com 474.706 habitantes, os principais municípios do estado são:

  • Santana: 115 471 habitantes
  • Laranjal do Jari: 47 554 habitantes
  • Oiapoque: 25 514 habitantes
  • Porto Grande: 20 611 habitantes
  • Mazagão: 20 387 habitantes
  • Tartarugalzinho: 16 112 habitantes
  • Pedra Branca do Amapari: 15 125 habitantes
  • Vitória do Jari: 14 991 habitantes
  • Calçoene: 10.525 habitantes

Relevo

O relevo do Amapá é constituído por baixas altitudes sendo, então, predominantemente plano. Esse aspecto está presente na região da bacia Oiapoque, foz do rio Amazonas e no litoral. Nas porções noroeste e centro-oeste, exibe elevações maiores que atingem até 500m acima do nível do mar.

Neste ponto, podemos citar as Serras Lombarda, Estrela, Agaminuara, Naucouru, Irataupuru e do Tumucumque (701m). Porém, o relevo amapaense apresenta, basicamente, três modalidades, sendo elas:

  • Planalto Cristalino: a unidade predominante no estado, ocupando grande parte de seu território. Pode ser encontrado em regiões que concentram serras, morros e colinas.
  • Baixo Planalto Terciário: corresponde à planície litorânea e planaltos, levemente, elevados
  • Planície Litorânea: sua principal característica é a superfície plana que dificulta a drenagem da água, tornando o ambiente propício a inundações.

Clima

Devido à sua localização, o Amapá é influenciado pelo clima equatorial úmido, tomado por calor e umidade em grandes quantidades. Tais características favorecem a biodiversidade da região. Normalmente, as temperaturas médias registradas variam de 20°C a 36°C. Os finais de tarde costumam ser mais quentes enquanto o alvorecer é mais fresco.

O estado possui duas regiões climáticas:

  • úmida (com dois meses secos), predominante a oeste, sul, norte e parte central
  • úmida (com três meses secos), registrada na maior parte do litoral leste

A precipitação de chuvas varia do litoral em direção ao interior. Na Costa Atlântica, incluindo a capital, a média é de 3.250 mm anuais enquanto a Serra do Navio registra índice pluviométrico com diferença de 1.000 mm anuais. No geral, a taxa de umidade é de, aproximadamente, 85%.

Vegetação

O clima quente e úmido do Amapá permite que a vegetação seja diversificada. Porém, 73% do território é coberto pela Floresta Amazônia. Entretanto, é notável a presença das florestas de várzea (4,8%) e terra firme (70% do estado), além de cerrados e campos. Além disso, as áreas litorâneas são dotadas de mangues ou manguezais (2%).

  • florestas de terra firme: são as mais expressivas do estado e, ainda, não apresentam comprometimento. Destaca-se por sua biodiversidade. Suas principais árvores são angelim, acapu, sucupira, castanha do Brasil, sapucaia, breu, matamatá, copaíba e cipó titica.
  • florestas de várzea: apresenta árvores de até 35m em ambiente florestal primário. Localizada no canal norte do Amazonas e rios da região, é sujeita às inundações pelo movimento das marés. Economicamente explorada pela extração seletiva de madeira e palmito. Seus principais representantes são açaí, bacaba, andiroba, buriti, virola, seringueira e arumã.
  • mangues: caracterizados por bosques com 15 a 25m de altura, vegetação pneumatófila e solos halófilos. Presente na costa litorânea e tem, entre suas espécies típicas, o tintal, mangal e siriubal.
  • mata de Igapó: regime de alagamento permanente ou com alto grau de encharcamento do solo durante a maior parte do ano
  • cerrado (formações campestres): ambiente não amazônico surgido em razão das alterações climáticas na região. Vegetação do tipo savanítica e esparsa. Como espécies típicas, temos sucuuba, barbatimão, murici-vermelho, caimbé, caju e murici-branco.
  • campos de várzea: influenciados pelas águas das chuvas e pelo regime de marés. A maior concentração está a região que vai do Rio Araguari até o Cabo Orange, no Oiapoque.

 

Unidades de conservação

O estado do Amapá concentra 19 áreas protegidas por lei que visam a conservação da mata nativa, sendo duas municipais, cinco estaduais e doze federais. De 14,3 milhões de hectares de superfície, 72% (10,5 milhões de hectares) são destinados a unidades de conservação, terras indígenas e comunidades remanescentes de quilombo.

Com isso, o estado é o único no país a destinar percentual elevado à preservação. As primeiras unidades foram o Parque Nacional do Cabo Orange e a Reserva Biológica do Lago Piratuba, em 1980. Posteriormente, nasceram a Estação Ecológica Maracá-Jipioca, em 1981, e a  Estação Ecológica do Jari, em 1982.

Localizado a noroeste do estado, está o  Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque, o maior do país e um dos maiores do mundo, dotado de 3,9 milhões de hectares. Sua importância está no abrigo a espécies endêmicas e grupos tradicionais indígenas, ribeirinhos e castanheiros em seu entorno.

Lista de Unidades de Conservação do Amapá

  • Parque Nacional do Cabo Orange
  • Reserva Biológica do Lago Piratuba
  • Estação Ecológica Maracá-Jipióca
  • Estação Ecológica do Jari
  • Floresta Nacional do Amapá
  • Reserva Extrativista do Rio Cajari
  • Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque
  • Reserva Particular do Patrimônio Natural Retiro Paraíso
  • Reserva Particular do Patrimônio Natural REVECON
  • Reserva Particular do Patrimônio Natural Seringal Triunfo
  • Reserva Particular do Patrimônio Natural Retiro Boa Esperança
  • Reserva Particular do Patrimônio Natural Aldeia Ekinox
  • Área de Proteção Ambiental da Fazendinha
  • Reserva Biológica do Parazinho
  • Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru
  • Área de Proteção Ambiental do Quilombo do Curiaú
  • Área de Proteção Ambiental do Quilombo do Curiaú
  • Parque Natural Municipal de Cancão
  • Reserva Extrativista Municipal Beija-Flor-Brilho-de-Fogo

Fauna

A biodiversidade do Amapá é representada, também, nas variadas espécies animais que habitam o seu território. Grande parte de sua fauna está concentrada no bioma amazônico e entre seus principais representantes estão:

  • Macaco-prego
  • Onça-pintada
  • Suçuarana
  • Flamingo (ave-símbolo do Amapá)
  • Peixes de rios (tucunaré, pirarucu, peixe-boi, mero)
  • Guará
  • Garça-branca
  • Gavião-real
  • Marreca
  • Macaco-de-cheiro
  • Guariba (macaco, bugio)
  • João-rabudo (pássaro)
  • Papa-mosca (pássaro)
  • Cuxiú
  • Macaco-aranha
  • Recursos minerais

Os principais recursos minerais encontrados no Amapá são ouro, granito, caulim, manganês, tantalita e cassiterita.

Hidrografia

Os rios têm forte representação econômica para o estado do Amapá, concentrando atividades relacionadas à pesca e transporte hidroviário. A maior parte deles, inclusive, desemboca no Oceano Atlântico. Aproximadamente, 39% da bacia hidrográfica amapaense faz parte da Bacia do Rio Amazonas.

Os principais rios que correm pelo território são:

  • Rio Araguari: ostenta o total de 36 cachoeiras.
  • Rio Oiapoque: constitui a fronteira natural entre Brasil e Guiana Francesa.
  • Rio Pedreira: foi, amplamente, utilizado para a retirada de pedras destinadas à construção da Fortaleza de São José de Macapá.
  • Rio Gurijuba: rio com grande concentração de peixes.
  • Rio Caciporé: assim como o Gurijuba, é conhecido pela grande quantidade de espécies de peixes.
  • Rio Jari: representa a fronteira natural entre Amapá e Pará
  • Rio Vila Nova
  • Rio Matapi
  • Rio Maracapi
  • Rio Amapari
  • Rio Amapá Grande
  • Rio Flexal
  • Rio Tartarugalzinho
  • Rio Tartarugal Grande

Um fenômeno peculiar acontece no Amapá, a pororoca, o encontro das forças contrárias do Oceano Atlântico com as águas doces dos rios do estado.

Economia

O setor de maior importância na economia do estado é o terciário, representando cerca de 86,8% da riqueza gerada. Uma das fontes de renda mais expressiva é o comércio aliado ao funcionalismo público. No entanto, as empresas seguem como as maiores empregadoras do Amapá.

O turismo, também, representa boa fonte geradora de renda, destacando a capital e as cidades de Mazagão, Serra do Navio, Oiapoque, Ferreira Gomes e Porto Grande como grandes atrativos. O setor industrial, por sua vez, representa cerca de 10% da economia local, com fábricas de tijolos, extração vegetal e mineral, além de serrarias.

Com relação ao extrativismo mineral, destaca-se a exploração de tantalita e cassiterita (Amapá), manganês (Serra do Navio) e ouro (Calçoene). O grande problema está na extração vegetal da madeira que, por vezes, mascara a atividade ilegal. Por fim, na agricultura, os produtos mais cultivados são mandioca, castanha do pará e arroz.

Política

O Amapá é um estado governado pelos três poderes. Macapá é o município com o maior número de eleitores, com 289.811 destes, seguido de Santana, com 76.040 eleitores e Laranjal do Jari com 28.621 eleitores. O município com menor número de votantes é Pracuúba, com 3.200 eleitores.

Os 35 partidos brasileiros têm representação no estado mas, a legenda com maior número de filiados é o PSOL, com 10.583 membros. Em seguida, vêm PDT, com 10.204 membros e PSDB, com 7.589 filiados.

Culinária Típica

O principal ingrediente dos pratos típicos amapaenses é o açaí, a exemplo da culinária amazônica. O fruto, habitualmente, é acompanhado de farinha de mandioca e proteína, como peixe, camarão, frango ou carne. Popular, também, é o camarão no bafo, além do pato no tucupi, maniçoba, pupunha e tacacá.

Devido à representatividade nordestina na região, tornaram-se pratos típicos receitas como caruru e vatapá. A gengibirra, bebida feita com gengibre, cachaça, água e açúcar, é característica da região.

Cabanagem

A cabanagem foi uma revolta popular eclodida entre 1835 e 1840 na província do Grão-Pará, tendo como objetivo a independência da região. Nesse período, o Brasil vivia, ainda, o período regencial e as províncias encontravam-se insatisfeitas com o poder centralizado e desejavam maior autonomia.

Aliadas a isso, estavam as más condições de vida da maior parte da população. Na região do Grão-Pará, em específico, o quadro mostrava disputas políticas e territoriais da elite, o descaso do governo regencial. Em agosto de 1835, os cabanos se amotinaram, sob o comando de  Félix Clemente Malcher e Francisco Vinagre.

O governador Bernardo Lobo de Sousa foi executado e Malcher foi indicado para a presidência da província. Porém, ele se mostra um farsante e tenta reprimir os revoltosos ao mandar prender um de seus líderes, Eduardo Angelim. O novo presidente da província foi morto e substituído por Vinagre.

Em julho de 1835, Vinagre se rende mediante a anistia dos revolucionários e em busca de melhores condições de vida para os carentes. No entanto, foi traído, preso e, para vingar sua situação, o irmão, Antônio Vinagre, reorganizou a militância atacando o Palácio de Belém. Conflitos internos enfraqueceram o movimento que, mais tarde, foi sufocado.

Realidade e principais problemas

O Amapá registra a 14ª menor incidência de pobreza do país, a 12ª menor taxa de analfabetismo e 15º maior Produto Interno Bruto (PIB) per capita do país. Contudo, em 2010, apareceu em terceiro lugar o triste ranking de mortalidade infantil no Brasil. Isso indica a insuficiência do atendimento na saúde do estado.

O Amapá é o sexto estado mais violento do país, com 38,7 mortes a cada grupo de 100 mil habitantes. Ademais, 16,2% da sua população habita em invasões, baixadas, ressacas, favelas ou outro tipo de aglomerado subumano. Nesse cenário, mais de dez mil moradias não possuem serviços básicos, como energia elétrica, água, coleta de lixo e esgoto.

Como conseqüências do excessivo crescimento populacional, nota-se os movimentos de invasões, crescimento das atividades informais, expansão horizontal acelerada da cidade, aumento de problemas sociais, como o desemprego, moradia, saúde, educação, violência urbana, além da ocupação descontrolada das área de ressaca.

Atualmente, o sistema rodoviário é composto por duas rodovias federais – BR-156 e a BR-210 – e quatro estatais – AP-010, AP-020, AP-030 e a AP-070. Um ponte binacional foi construída sobre o Rio Oiapoque ligando o Amapá à Guiana Francesa. Contudo, mesmo finalizada, a ponte ainda não foi liberada para o tráfego e não há previsão de sua inauguração.

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